Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

Sporting CP - engrandecer a grandeza ou brincar aos futebóis

 
 
O senhor que trouxe os cabelos brancos para a juba do centenário leão não está à altura da grandeza do Sporting.
 
Paulo Bento era o Alex Fergunson do Sporting... e durou menos de seis meses. Depois foi o descalabro, dois treinadores fraquinhos sem capacidade para liderar equipas da dimensão do Sporting (provavelmente o terceiro estará próximo ou será que o Paulo Sérgio ainda vai a tempo de me desdizer?), pancadaria entre o Director Desportivo e o jogador mais emblemático para a massa associativa, a contratação de um mercenário do futebol para Director Desportivo, a destruição de uma equipa de jogadores formados na Academia.
Todos os sócios que pediram a cabeça do Paulo Bento devem agora chorar "baba e ranho". Paulo Bento incorporava a grandeza do Sporting. Construir equipas com alma sportinguista. Que embora não ganhando Campeonatos Nacionais mantinha o Sporting no topo. Dirão os sócios: "Volta Paulo, estás perdoado", nada há a perdoar, mas a agradecer (por conseguir competir garridamente com orçamentos bastante baixos).
 
Ò Bettencourt baza. Ter sportinguismo não basta, é preciso alma (nem sempre o dinheiro é o mais importante).
 
 
Para mim o Sporting é milhares de sócios, simpatizantes e funcionários com dedicação, guarda-redes com devoção (Damas no futebol, Ramalhete no hóquei, Carlos Silva no Andebol), atletas (no que terá sido nos melhores tempos o mais ecléctico clube português) com esforço e todos com a glória (dos maiores desportistas portugueses).
No futebol - a dupla Manuel Fernandes e Jordão, depois a eterna escola: Mário Jorge, Futre e Litos; Amaral; Figo e Peixe; Porfírio e Poejo; Beto e Dani; Simão, Hugo Viana, Quaresma, Ronaldo, João Moutinho e Miguel Veloso;
No ciclismo - Joaquim Agostinho e a melhor equipa portuguesa de todos os tempos (Marco Chagas, Eduardo Correia, Manuel Zeferino, Alexandre Ruas,...) (extinção, porquê??????????????);
No hóquei - as equipas de Livramento e a última equipa antes da extinção (?) (Trindade com os meninos Paulo Alves, Pedro Alves, Paulo Almeida, Vítor Fortunato,...);
No atletismo - as equipas de Moniz Pereira, Carlos Lopes e Fernando Mamede, com Aniceto Simões, depois Ezequiel Canário, os gémeos Castro (Domingos e Dionísio), Paulo Guerra, Rui Silva,... mais tarde Francis Obikwelu;
No basket - Carlos Lisboa antes da extinção (??????porquê?????????);
No andebol - equipas com alma que embora não trouxessem as vitórias de antigamente mostravam a sua garra;
No vólei - a construção de uma grande equipa em volta de Miguel Maia para logo a seguir a extinguir (????????).
 
 
No Público de ontem, MEC tem uma crónica asquerosa sobre ciclismo. Até simpatizo com o moço, mas...
Intelectuais que não percebem que no desporto está provavelmente o maior veículo de identidade nacional dos países, neste caso Portugal (não só no futebol, nos grandes feitos desportivos, no erguer da bandeira, no som do hino), e que se afastam do sentir português que está entranhado no povo.
Razão tem o Marcelo quando critica negativamente os intelectuais inimigos da bola...
por joca às 10:50
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