Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Aí Portugal, Portugal...

Quando um juiz conselheiro acha normal actos de corrupção (comprar árbitros), tem conhecimento dos factos, continua a exercer funções num órgão de uma instituição onde esses actos são corriqueiros e nada faz... muito mal vai este país.

 

E agora, poderá este juiz continuar impunemente a exercer funções em órgãos da justiça portuguesa? Não terá de dar mais explicações sobre os factos? Não terão os órgãos da magistratura portuguesa (Conselho Superior da Magistratura?) actuar?

 

E os restantes magistrados da justiça portuguesa vivem bem com este elemento no seu seio? Não serão também visados por este comportamento? Não terão o desejo de expurgar este elemento?

 

A promiscuidade entre o futebol e a justiça é bem porca...

 

É necessário implementar, em Portugal, a exclusividade em vários sectores (talvez todos os sectores do domínio do Estado - justiça, funcionalismo público, ministérios), e rapidamente.

 

Ver www.pnetjuris.pt/cronica.asp.

por joca às 14:05
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