Quinta-feira, 12 de Março de 2009

O mundo para os nossos filhos...

A capacidade de "auto-equilíbrio" do nosso planeta parece estar a esgotar-se, não conseguindo contrariar os ataques que diariamente sofre fruto do desenvolvimento (exploração) humano.

 
Os cientistas reportam que o Árctico, tal como o conhecemos, está no fim e que já ultrapassou o ponto de retorno, entrando num ciclo vicioso de desaparecimento, no qual a própria perda da superfície congelada acelera o processo de derretimento, por absorção de energia na água, em vez de reflexão nas superfícies congeladas (notícia Sentido das Letras).
 
Tal como a Amazónia, o Árctico é um dos ecossistemas que mais promove o equilíbrio do planeta. Com perdas de gelo superiores a 25% a destruição salta à vista.
 
A destruição é da nossa responsabilidade, de todos, mas sobretudo dos mais ricos (tanto países como pessoas).
Enquanto a humanidade pensar que o dinheiro tudo compra, a aceleração do descalabro ecológico que vivemos será uma realidade.
Como é possível os países mais ricos andarem a comprar quotas de emissão de gases (quotas para poluir) aos mais pobres e tudo parecer normal...
Como é possível os ricos continuarem a esbanjar fortunas em produtos altamente poluentes (por exemplo, carros de alta cilindrada) e descartarem as responsabilidades dizendo que pagam à cabeça impostos mais altos...
Como é possível o uso de embalagens (por vezes, de forma obrigatória - produtos nos supermercados) e sacos de plástico sem controlo…
 
O planeta não é o ministério das finanças, não precisa dos impostos para nada, precisa que o cuidem, para poder fornecer às próximas gerações meios de subsistência como tem feito com as gerações anteriores.
 
Cada um de nós, individualmente, poderá reduzir em cerca de 20% os consumos e desperdícios gerados, sem abdicar no essencial do seu nível de vida.
 

Reciclar e reutilizar não é suficiente, é preciso reduzir, JÁ!!!
por joca às 09:56
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Zangado... é preciso saber lidar.

Estar zangado tem a sua ciência.

A diferença entre estar zangado e amuar (prender o burrinho) é fundamental na nossa relação connosco e na relação com os outros.

Haverá sempre alguém disposto a ajudar (os verdadeiros amigos) desde que seja dado o primeiro passo.

 

O mesmo se pode aplicar à nossa sociedade, em Portugal há cada vez mais burrinhos presos e menos disponibilidade para parar, reflectir e lidar de forma séria com as adversidades. Somos especialistas a sacudir a água do capote e o vizinho que se molhe...

 

De nada nos serve a imobilidade, temos de transformar a ira (e as razões da sua existência), que têm toda a legitimidade de aparecer, em oportunidades, compreendendo a dinâmica das situações para escolher as melhores acções (ou visões) para dar a volta por cima. Reformular objectivos e propor metas alcançáveis no curto prazo será um caminho para encontrar um novo rumo que poderá levar a voos mais altos no médio-longo prazo.

 

www.youtube.com/watch

sons: Riba
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por joca às 01:38
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INEM, as falsas chamadas e o terceiro mundismo português!

A percentagem de falsas chamadas para o número de emergência em Portugal ronda os 40%, é verdade 40%!!!!

 

Alguém tem de efectuar algo para reduzir esta falta de civismo de uma quantidade enorme de energúmenos. É necessário proceder à identificação das pessoas responsáveis por estas chamadas e agir criminalmente contra elas. Nem todas serão passíveis de ser identificáveis, mas algumas serão e actuando nestes casos haverá um efeito dissuador sobre os restantes casos.

 

A responsabilização destas bestas tem de ser levada até às últimas consequências, pois estamos a falar de salvar ou não vidas humanas.

Uma proposta seria, para além de serem multadas severamente, estes deveriam ser obrigados a acompanhar as equipas do INEM - para perceberem o grau de gravidade dos actos que estão a cometer (convivendo com as situações limites a que estes profissionais estão sujeitos) - e a efectuar serviço cívico nos hospitais ou outras instituições que recolhem vitimas socorridas pelo INEM.

 

Muitas destas chamadas serão de jovens a brincar com coisas sérias, aos quais não deveriam ser desculpados os actos apenas pela tenra idade (devendo portanto ter tratamento em tudo similar aos demais casos), mas a maioria será efectuada por adultos, aos quais deveria ser aplicada pena de prisão efectiva antes da obrigatoriedade do mencionado serviço cívico.

 

A gravidade destes actos não deve ser minimizada, pois de certa forma são tanto ou mais gravosos que muitos crimes ou delitos que originam as reais chamadas de emergência (devido a sua premeditação).

 

Para não falar do efeito desanimador sobre os profissionais do INEM, que sabem que ao fazerem uma deslocação para um local de uma chamada falsa estão a faltar noutros locais onde a sua presença é preciosa e, por vezes, vital.

por joca às 01:12
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Aveiro - Capital do Bedum

Para quem entra em Aveiro pelo norte, acesso via A25, a primeira imagem é bastante olfactiva, pelas piores razões.

 

Aveiro sempre teve a conotação de ter mau cheiro derivado da Ria de Aveiro (por vezes imerecidamente), mas esse rótulo de cidade fedorenta é agora bem merecido. O primeiro impacto é da célebre fábrica de Cacia, mas rapidamente este cheiro é abafado por outro bem mais pestilento vindo da enorme lixeira que existe na proximidade do mastodôntico arco-íris que é o estádio municipal.

 

Aquela lixeira é um atentado ambiental da pior espécie, que não deveria existir numa cidade civilizada, em que os habitantes tivessem um pingo de vergonha na cara. Vivem os aveirenses bem com aquele postal turístico, como primeiro vislumbre da sua cidade? Alguém se indigna? É para continuar a existir? Não existe um problema de saúde pública com tantas aves a rondar a lixeira, a alimentarem-se e a transportar lixo para todo o lado?

 

por joca às 01:18
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IC2 ou como destruir um projecto...

As barbaridades que se fizeram no antigo traçado da Estrada Nacional nº1 nos últimos 20 anos provocaram a necessidade imperiosa de criar alternativas. Estas barbaridades começam no quilómetro zero em Lisboa e acabam na ponte que atravessa o Douro e demonstram, mais uma vez, o ordenamento de território à moda lusitana. Os principais culpados, os presidentes de câmara dos concelhos servidos coadjuvados pelos sucessivos governos da República.

 

A necessidade do novo IC2, no troço entre Coimbra e Oliveira de Azeméis, é-o sobretudo nos pontos nunca intervencionados: na ligação do nó com a IP3 até Aguada de Cima (Concelhos da Mealhada e Anadia) e na ligação da Mourisca do Vouga até às proximidades de Oliveira de Azeméis (Concelhos de Águeda e Albergaria-a-Velha).

A questão do troço ser em auto-estrada ou em via rápida é de menor importância, desde que se apostasse em duas faixas em cada sentido.

 

A dúvida de um percurso em auto-estrada deve-se à existência da A1 nas proximidades (a A1 que pretendeu no seu tempo servir a gregos e a troianos, é agora a principal culpada das 3 (TRÊS!!!!!) auto-estradas paralelas em menos de 5 km).

A ligação Lisboa-Porto deveria ser efectuada por duas auto-estradas (uma junto ao litoral, servindo a zona do Oeste, Leiria, Figueira da Foz, Aveiro, Ovar, Espinho, e outra mais pelo interior, servindo Vila Franca de Xira, Santarém, Entroncamento, Ourém (ligações a Fátima e Tomar), Coimbra, Águeda, Oliveira de Azeméis (ligação à Feira e Vale de Cambra), São João da Madeira e Vila Nova de Gaia).

 

Mas voltando ao IC2, projecto para servir as populações que consegue ter essas mesmas populações contra em todo o seu percurso.

Em Coimbra com um atentado ecológico à Mata do Choupal (que os coimbrinhas não tem defendido condignamente, não agora mas antes...), na Mealhada com um entrelaçar de nós com um IP3 que não parece ter objectivo definido, em Anadia por passar do lado oposto da cidade, em Águeda por não aproveitar o percurso existente que só necessitava ser duplicado, na Mourisca por dividir a vila em dois e construir um pontão sobre o Rio Vouga de dimensões desproporcionadas, em Albergaria por emparedar a vila entre auto-estradas (que ainda vai ter a linha do TGV a ajudar), na Branca por ir contra o projecto sempre idealizado pela população e destruir o ex-líbris da vila (também aqui só agora a população se lembrou do ex-líbris que tão esquecido andava...).

 

Para mais estando esta auto-estrada a ser projectada simultaneamente com a auto-estrada de ligação Aveiro-Águeda (outra aberração, pois deveria servir o concelho de Oliveira do Bairro em vez de quase replicar a actual A25 - antigo IP5) não está idealizado um nó de ligação entre elas; acabando esta segunda a escassos 1 ou 2 km da primeira, mas por um percurso sinuoso por dentro de uma pseudo-zona industrial e zona habitacional.

 

A questão é, para quê é que existem cursos superiores de Planeamento Regional e Urbanístico em Portugal? A quem pretendem estas projectos dar de "mamar", para além da corja das Motas-Engis (com o "mamão-mor" Jorge Coelho), Teixeiras Duartes e afins?

por joca às 00:56
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Terça-feira, 10 de Março de 2009

As pseudo-igualdades

Quando se pretende legislar para tentar "provocar" a igualdade entre pares algo vai mal.

 

O tópico que originou este post vem do futebol, mas nas mais diversas áreas existem casos similares. A medida proposta pela direcção da Liga Portuguesa de Futebol Profissional para impedir a realização de “clássicos” e “derbys” nas primeiras quatro jornadas ou em jornadas consecutivas (notícia TSF) é mais um caso das mentes retrogradas que geram muitas instituições portuguesas. Qual a razão base para promover esta iniciativa? Só vejo uma, transmissões televisivas ou seja dinheiro a tilintar...

Não estão à partida todas as equipas potencialmente capazes de ganhar o campeonato. Porquê criar medidas de excepção para 3 equipas?

 

... E o mesmo é válido para a lei das quotas nas listas partidárias a que vamos estar sujeitos já neste ciclo eleitoral.

Nos nossos dias temos poucas mulheres envolvidas na política e os partidos tem pouco leque de escolha para cumprir as quotas, o que vai produzir dois fenómenos muito prejudiciais:

1º) muitas mulheres em lugares não elegíveis, apenas para cumprir com a legislação (triste figura a que as mulheres ficam mais uma vez sujeitas pelo "macho lusitano" - pior do que não estar, é estar só para fazer de conta!);

2º) o mérito não é para aqui chamado, a escolha é feita com base no genero (não será inconstuticional?) e não no valor, capacidade, competência dos pretendentes.

 

A meu ver esta lei não acarreta nada de positivo para as mulheres, antes pelo contrário; há quem até possa dizer que aquela fulana ou sicrana apenas está onde está porque o partido A ou B teve de obedecer às quotas.

As mulheres tem valor pelo seu desenvolvimento pessoal ao longo dos anos de experiência, que foram adquirindo com o passar dos anos. E não estão na política por questões sócio-culturais que os homens criaram e que as mulheres tem (cada vez mais) sabido combater sem precisarem de favores "casca de banana".

por joca às 00:14
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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

As colas...

As opiniões de Manuel António Pina na última página do JN são quase sempre bastante pertinentes...

A de hoje estabelece um paralelismo entre as não diferenças entre Coca e a Pepsi-Cola e o PS e o PSD. Para os puristas das colas - nos quais não me incluo, bebidas com gás chega a bela da cerveja e preta de preferência - essa diferença é (dizem eles) imediatamente perceptível, sendo assim inclino-me para a muito maior proximidade politica dos partidos do bloco central do que para a proximidade dos fluidos.

 

Com o PSD no governo o rumo da nação seria em tudo similar ao dos dias de hoje, tendo no PS uma oposição à maioria das iniciativas tomadas (que são hoje as desse mesmo PS...). Mas neste assunto Portugal pouco difere dos demais países da sociedade ocidental.

O que nos deixa presos num círculo vicioso quase impossível de quebrar e que foi criado exactamente com esse principio de eternidade bipolar.

 

Nunca foi apologista da abstenção e continuo a não ser, mas a necessidade de contabilizar os votos brancos como percentagem efectiva de votos (diferente para os votos nulos) é fundamental para os eleitores terem mais opções nas urnas. Se os votos brancos fossem em número suficiente para a eleição de deputados (ou outros cargos políticos) esses lugares deveriam ficar vazios, assim a opção dos eleitores de não eleição de nenhumas das hipóteses era posta à prática e sempre se poupava o dinheiro dos contribuintes (porventura uma razões para a existência dos votos nulos!).

por joca às 23:51
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Uma nova forma de fazer política...

Quando há dias mencionei a nova forma de fazer política que as mulheres poderiam introduzir na política portuguesa... não estava a falar de comportamentos similares aos das deputadas Elisa Ferreira e Ana Gomes. Ao dispararem em todas as direcções (sendo candidatas simultaneamente nas eleições para o Parlamento Europeu e nas autárquicas), estas senhoras não estão a fazer um bom serviço ao país.

Por muito que afirmem que estão a defender a causa pública fica sempre a interrogação...
Também na política portuguesa a exclusividade deveria ser implementada. Apostem em defender as suas convicções num só sítio e façam-no bem, demonstrem que são realmente boas na sua actividade.
 
Esta é uma forma de fazer política que replica o mais "asqueroso" da política à moda "macho lusitano" que tanto nos tem habituado a classe política portuguesa. Não é nenhuma lufada de ar fresco!  
Tanto que ambas as deputadas têm ganho nos últimos anos (ainda que com alguns percalços) uma certa credibilidade junto da população portuguesa, estes actos deitam por água abaixo esse percurso.
 
Espero que os eleitores as penalizem quando chamados às urnas, particularmente nas eleições autárquicas (não é em Bruxelas que conseguirão responder às necessidades das populações locais...).

 

por joca às 16:49
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Regionalização - Sul (Sudoeste, Sul e Algarve)

 ODM
Odemira
SO
Sud-Oeste
 PCV
Porto Côvo
 VNM
Vila Nova de Milfontes
 SCV
Santa Clara-a-Velha
 ODC
Odeceixe
 LGS
Lagos
CV
Costa Vicentina
 AJZ
Aljezur
 VBP
Vila do Bispo
 ODA
Odiáxere
 CSV
Casas da Senhora do Verde
 SVS
Silves
MO
Monchique e Odelouca
 NRD
Nave Redonda
 MCQ
Monchique
 SBM
São Bartolomeu de Messines
 SMS
São Marcos da Serra
 ABF
Albufeira
AB
Algarve Barlavento
 PTM
Portimão
 LGA
Lagôa
 ATE
Alte
 BLQ
Boliqueime
 LLE
LOULÉ
SC
SERRA DO CALDEIRÃO
 SBA
São Brás de Alportel
 AMX
Ameixial
 CCP
Cachopo
 SEG
Sitio das Éguas
 FRO
Faro
RF
Ria Formosa
 QTR
Quarteira
 OLH
Olhão
 ETI
Estoí
 TVR
Tavira
 MTL
Mértola
VG
Vale do Guadiana
 MSD
Minas de São Domingos
 CPQ
Corte Pequena
 MLG
Martim Longo
 ACT
Alcoutim
 VRS
Vila Real de Santo António
BG
Baixo Guadiana
 CMR
Castro Marim
 PLR
Palheirinhos
 ZBJ
Zambujal
 ODL
Odeleite

por joca às 16:36
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Regionalização - Sul (Alentejo, Sado e Guadiana)

 VDN
Vendas Novas
RS
Ribeiras do Sado
 PGS
Pegões
 LVE
Lavre
 MMN
Montemor-o-Novo
 ACS
Alcácer do Sal
 AVS
Avis
AS
Avis e Sôr
 MOR
Mora
 MAG
Montargil
 ATC
Alter do Chão
 FTR
Fronteira
 PAL
Portalegre
SM
São-Mamede e Marvão
 MVO
Marvão
 CVD
Castelo de Vide
 CTO
Crato
 ARR
Arronches
 EVS
Elvas
GI
Guadiana Internacional
 MFT
Monforte
 CPM
Campo Maior
 VVC
Vila Viçosa
 ALD
Alandroal
 ETM
Estremoz
OT
Ossa e Tera
 SSL
Sousel
 BBA
Borba
 VME
Vimieiro
 RDD
Redondo
 EVR
ÉVORA
XD
XARRAMA E DIVÔR
 SMM
São Miguel de Machede
 ARO
Arraiolos
 GET
Giesteira
 SMC
São Manços
 AVT
Alvito
PA
Planícies Alentejanas
 VAL
Viana do Alentejo
 TRO
Torrão
 VDG
Vidigueira
 PTL
Portel
 MRA
Moura
AG
Adiça e Guadiana
 RGM
Reguengos de Monsaraz
 MRO
Mourão
 BRC
Barrancos
 VVF
Vila Verde do Ficalho
 BJA
Beja
BA
Baixo Alentejo
 CBA
Cuba
 SPA
Serpa
 FAL
Ferreira do Alentejo
 AJT
Aljustrel
 SCC
Santiago do Cacém
CA
Costa Alentejana
 GDL
Grandôla
 SNS
Sines
 CAL
Cercal do Alentejo
 EMD
Ermidas
 ORQ
Ourique
MS
Mira e Sado
 SLZ
Santa Luzia
 CTV
Castro Verde
 AMV
Almodôvar
 SSR
Santana da Serra

por joca às 16:35
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