Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Duplicação de reformas - ganhem vergonha na cara

Finalmente um político (espero que a proposta seja para levar para à frente Dr. Passos Coelho, e não seja apenas demagogia barata a tirar proveito da sensibilidade crisíca dos portugueses) que sugere que acabem com a indecente duplicação de reformas de alguns portugueses (algumas obscenas, de políticos (candidatos presidenciais e Presidente da República incluídos), gestores, professores universitários, etc...).

 

As reformas são para as pessoas que já não tem actividade e para isso necessitariam dos valores monetários da reforma para continuar a viver com dignidade. Uma pessoa que queira continuar funcional e activa deve abdicar da reforma para continuar essa actividade. Quanto muito deverá receber o valor que compense a eventual perda de remuneração que essa actividade acarreta em relação à reforma que iria receber.

 

Aquelas pessoas que tem por um qualquer direito obscuro inscrito na legislação reformas de várias actividades devem ser obrigadas a optar pela a reforma que mais lhe convém e apenas esta. Reforma é só uma...

 

Não percebo como é possível que um deputado reformado (com uma dezena de anos de actividade na Assembleia da República) possa acumular este valor de reforma com o salário integral de deputado no activo. Se é deputado no activo não deve receber reforma, pura e simplesmente.

 

Que é injusto (?????) que um deputado que tem vinte ou mais anos na Assembleia na República receba a mesma reforma que um com apenas pouco mais de dez anos de casa, então mudem a lei que regula a reforma prematura dos deputados e atribuam reformas proporcionais aos anos de actividade. Injusto é o enriquecimento supersónico que muitos "jotinhas" conseguem quando chegam aos cargos políticos mais apetecíveis. Imagino que a investigação séria e rigorosa ao enriquecimento de vários políticos portugueses iria trazer a nu muita escandaleira em relação à gestão de dinheiros públicos. Injusto é trabalhar quarenta horas por semana (por vezes mais e sem direito a horas extraordinárias) e receber quatrocentos e tal euros ao fim do mês...

 

Na situação actual é imperioso acabar com o segredo bancário, para se conhecer a movimentação de dinheiros para off-shores e acabar com os "Isaltinos" deste país.

por joca às 12:36
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