Sexta-feira, 2 de Julho de 2010

CIA, fascismo e imperialismo americano na América Latina - um entre vários

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

por joca às 12:08
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CIA e os nazis

 
 

 

 

por joca às 11:46
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Sexta-feira, 25 de Junho de 2010

Separação de poderes - utopia em Portugal?

Ana Gomes acusa Procuradoria-Geral da República de frete politico nos voos da CIA.

 

Serei só eu... ou esta notícia é gravíssima?

 

A Procuradoria-Geral e a procuradora Cândida Almeida calam-se, refutam ou estrebucham umas papaias para varrer o assunto para debaixo do tapete?

 

Será que nas escolas de Direito em Portugal alguém ensina o que é a separação de poderes?

 

E a trauliteira deputada europeia Ana Gomes tem provas do que afirma? Como responsável politica nacional (eleita para o cargo que ocupa com os votos dos eleitores portugueses) deveria ser obrigada a provar as suas afirmações, e não o fazendo deveria demitir-se. Provavelmente tem toda a razão e neste caso travou uma "guerra" perdida à partida, mas sem provas não pode fazer tais afirmações...

por joca às 13:01
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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Resíduos perigosos - máfia, corrupção e total desrespeito pelas populações

Uma brutal e chocante reportagem da TVI sobre o tratamento que o Estado português deu aos resíduos perigosos da Siderurgia Nacional (na Maia) aquando da sua privatização (privatização de lucros, nacionalização de despesas - privatizações à portuguesa...).

 

Quando é o Estado português o maior prevaricador ambiental do país está tudo dito!

 

Negociatas de milhões em que meia dúzia encheu os bolsos (gestores públicos e privados) à custa de uma população desconhecedora e já bastante abusada (durante a exploração mineira) em São Pedro da Cova - Gondomar. Resíduos altamente perigosos - chumbo, cádmio, crómio, arsénio - depositados na antiga mina, a contaminarem os rios e ribeiros que seguem para o Douro.

 

Mas não é caso único...

 

Quem conhece minimamente a vida na empresas portuguesas que laboram ou produzem resíduos perigosos em Portugal sabe que o destino final destes resíduos é quase sempre um descampado escondido ou uma qualquer mata recôndita. Faz uns anos que se pagava aos espanhóis para virem recolher os resíduos perigosos e os irem depositar nos aterros a Espanha (que em Portugal não existia (e ainda não existe) forma de os tratar), e estes mal chegam a uma qualquer mata toca de os depositar ali mesmo (falsificando as guias de recepção pelos aterros espanhóis). E logo seguiam a ir recolher mais resíduos perigosos para os encaminhar com semelhante tratamento.

 

Pagava-se aos espanhois para depositarem a céu aberto no nosso país os resíduos perigosos por nós gerados (um verdadeiro ovo de Colombo para nuestros hermanos).

 

Era suposto existir na GNR um serviço de protecção da natureza e do ambiente (SEPNA), mas aparentemente apenas serve para meia dúzia de militares passearem numa pick-up pelas estradas portuguesas!!!

 

Quanto a politica de resíduos perigosos a única medida tomada foi criar legislação para fornecer gratuitamente (ainda pagamos) combustível às cimenteiras portuguesas!!!

por joca às 21:56
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Duplicação de reformas - ganhem vergonha na cara

Finalmente um político (espero que a proposta seja para levar para à frente Dr. Passos Coelho, e não seja apenas demagogia barata a tirar proveito da sensibilidade crisíca dos portugueses) que sugere que acabem com a indecente duplicação de reformas de alguns portugueses (algumas obscenas, de políticos (candidatos presidenciais e Presidente da República incluídos), gestores, professores universitários, etc...).

 

As reformas são para as pessoas que já não tem actividade e para isso necessitariam dos valores monetários da reforma para continuar a viver com dignidade. Uma pessoa que queira continuar funcional e activa deve abdicar da reforma para continuar essa actividade. Quanto muito deverá receber o valor que compense a eventual perda de remuneração que essa actividade acarreta em relação à reforma que iria receber.

 

Aquelas pessoas que tem por um qualquer direito obscuro inscrito na legislação reformas de várias actividades devem ser obrigadas a optar pela a reforma que mais lhe convém e apenas esta. Reforma é só uma...

 

Não percebo como é possível que um deputado reformado (com uma dezena de anos de actividade na Assembleia da República) possa acumular este valor de reforma com o salário integral de deputado no activo. Se é deputado no activo não deve receber reforma, pura e simplesmente.

 

Que é injusto (?????) que um deputado que tem vinte ou mais anos na Assembleia na República receba a mesma reforma que um com apenas pouco mais de dez anos de casa, então mudem a lei que regula a reforma prematura dos deputados e atribuam reformas proporcionais aos anos de actividade. Injusto é o enriquecimento supersónico que muitos "jotinhas" conseguem quando chegam aos cargos políticos mais apetecíveis. Imagino que a investigação séria e rigorosa ao enriquecimento de vários políticos portugueses iria trazer a nu muita escandaleira em relação à gestão de dinheiros públicos. Injusto é trabalhar quarenta horas por semana (por vezes mais e sem direito a horas extraordinárias) e receber quatrocentos e tal euros ao fim do mês...

 

Na situação actual é imperioso acabar com o segredo bancário, para se conhecer a movimentação de dinheiros para off-shores e acabar com os "Isaltinos" deste país.

por joca às 12:36
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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Zeitgeist Movement (ZM)

A visitar...

 

http://www.thezeitgeistmovement.com/joomla/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=232&Itemid=50

 

Em busca de uma nova ordem mundial, mais justa!

por joca às 12:18
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

Financiamento do Estado

E se Estado emitisse Obrigações do Tesouro (ou outro instrumento financeiro similar) para se financiar, não conseguiria ultrapassar estes ladrões mentecaptos das agências de rating?

Se estas obrigações fossem, por exemplo, com 3 a 4% de juros e livres de impostos não haveria muitos portugueses a aderir? Agora que a taxa de poupança em Portugal tem aumentado...

Não iria um instrumento destes obrigar os mamões da Banca a aumentar as taxas de juros que propõem (ou será surrupiam) aos clientes?

 

Não se pode, vai contra as regras do mercado? Ponham as regras de mercado num sítio que eu cá sei, ... não foram elas que nos trouxeram à linda situação em que nos encontramos?

 

Se o Estado detém um banco que pode utilizar para pressionar (pelo menos internamente) a Banca a "partilhar" os lucros astronómicos que vai adquirindo, porque não o faz?

 

Porquê das instituições estatais utilizarem outros bancos que não a CGD para as suas operações financeiras e pagamento de salários?

 

Porque assim os gestores podem fazer acordos com os outros bancos e meter algum ao bolso, retirar benesses pessoais e fazer tráfico de influências. Isto eu chamo de corrupção... mas já muitos tentaram modificar a situação e ... o último o Cravinho foi vassourado para Londres... 

por joca às 11:23
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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010

Justiça - o fomentar das injustiças e os seus prevaricadores

Não existem dúvidas, neste momento a área da sociedade portuguesa mais enlameada é a justiça. Um pilar essencial para a democracia e a igualdade de direitos de todos os cidadãos - que está a funcionar exactamente no sentido inverso.

 
Mas é fácil atirar as culpas para os profissionais da justiça, e para os juízes/magistrados em particular.
Qual a verdadeira culpa dos juízes e outros magistrados no manancial pantanoso de leis (algumas ainda do tempo dos reis) que pululam na legislação portuguesa?
 
As leis são maioritariamente idealizadas e redigidas por políticos (profissionais??? De carreira…) que são na maioria licenciados em Direito que se auto-intitulam advogados apenas pelo simples facto de terem efectuado um curto estágio profissional após o término da licenciatura.
Estas leis são idealizadas para não serem interpretáveis pelo comum do cidadão e para conseguirem ser ultrapassáveis usando esquemas legislativos (para não falar de esquemas ilegais e de corrupção) que eles próprios inventaram. Desta forma as leis aplicam-se à generalidade da população, mas não a estes iluminados; salvo quando é necessário um qualquer diploma legislativo para os retirar ou aos amigalhaços de alguma enrascada menos própria em que se viram envolvidos.
São estes bandalhos os verdadeiros culpados da situação lastimosa a que chegou a justiça portuguesa, coadjuvados pela fraquíssima qualidade dos advogados nacionais.
(Que não tenho os advogados como a melhor das classes profissionais não é novidade… aliás salvo algumas honrosas excepções são uma grande corja e uns chupistas que não possuem quaisquer valores e não sabem o significado da palavra deontologia (liderados pelos grandes gabinetes de advogados centralizados em Lisboa, no Porto e, pelos visto, em Madrid…) e, por isso, com o perfil ideal para integrarem a classe política portuguesa actual (que definitivamente descambou na última década). Seja bem-aventurado aquele que nunca precisou de consultar/contratar um advogado.)
por joca às 16:49
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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Planet of Slums, Mike Davis - a ler

 

 

(daqui).

 

Brutal!

 

por joca às 16:04
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Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Que Ministros?

Será que os programas de governo que os partidos editam no período pré-eleitoral tem algum interesse? Não estamos já habituados a um rol de promessas que ficam sempre por cumprir.

 

Não seria muito mais interessante os partidos apresentarem as pessoas que tem em mente para os ministérios, ministros e secretários-de-estado?

 

Se a Lurdinhas fosse apresentada como alternativa do PS para a pasta da educação algum professor iria votar PS nas próximas legislativas?

Quem será o Ministro da Economia se o PS voltar a ganhar as eleições, os chifres do Pinho?

Vamos voltar a ter o "enterra" do Alberto Costa a afundar a justiça portuguesa?

 

E no PSD?

Alguma hipótese de haver novamente Dias Loureiro e Arlindo de Carvalho como ministros?

E o Alberto João da Madeira que anda doidinho para conseguir um poiso político no continente, será Ministro de Estado?

A eterna promessa Borges será o futuro Ministro das Finanças, com a sua política à Madoff?

 

E mesmos os restantes (pequenos?) partidos quais as suas alternativas caso houvesse a possibilidade de formarem governo?

Corremos o risco de haver novamente Cardona no governo?

Qual a pasta do mano Portas se o BE for governo?

E as meninas do Dr. Louçã que pastas tem reservadas?

Na CDU sabemos quem ficaria com a pasta do Ambiente (alguém do PEV, não?) e as restantes?

 

Na politica é preciso transparência e verdade, jogar limpo sem subterfúgios. Os eleitores devem estar o mais esclarecidos possível na hora de "botar" o voto.

Haja coragem, a bem da verdade democrática.

por joca às 14:22
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Todas as máximas já foram escritas. Resta apenas pô-las em prática - Blaise Pascal ...

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